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sábado, 28 de janeiro de 2012

Mac mini renasce com Core i5

Nova versão do mini desktop ganha em processamento



prós: Acabamento excelente; configuração relativamente forte se considerado como media center; compacto;

contras:
Não possui drive óptico; opções de upgrade se limitam à memória RAM; preço elevado;

conclusão: Ideal como desktop para quem não dispõe de muito espaço ou como media center para quem deseja algo mais completo que a média da categoria;
ficha técnica

Intel Core i5 2,3 GHz
2 GB
HD de 500 GB
Vídeo on board
Wi-Fi
Bluetooth
Mac OS X Lion


Sólido e com um acabamento primoroso, esse computador em miniatura é um pouco maior que três caixas de DVD empilhadas. Ele pode ser usado como um PC de escritório ou como uma central multimídia para tocar filmes na TV. Além da porta HDMI, tem uma conexão Thunderbolt, usada para transferência rápida de dados ou saída de vídeo. Os pontos negativos são a falta de um drive óptico, além do ruído e aquecimento elevados quando comparado com os modelos antigos do Mac mini. Ele não vem com mouse e teclado.

É difícil não se afeiçoar a esse pequeno quadrado de alumínio que atrai a atenção de quem quer que o aviste. Não se trata apenas de aparência: ele realmente é uma das melhores opções entre os desktops SFF (do inglês small form factor) pré-montados. Apesar disso, uma série de decisões questionáveis de design impede que ele se torne a máquina perfeita para ocupar sua mesa ou sua estante de TV.

A primeira aparece na configuração. Sem dúvida, a adoção do Intel Core i5 (dois núcleos com clock de 2,3 GHz) Sandy Bridge é um upgrade e tanto com relação à dupla de Intel Core 2 Duo e Nvidia GeForce 320M da versão anterior. Esse verdadeiro Davi dos desktops não transpira diante de tarefas como a codificação de vídeos. Ele também é capaz de suportar uma resolução máxima (2.560 x 1.600) tão absurdamente alta que vai além do que sua própria saída HDMI pode transmitir(1.920 x 1.200). Nos benchmarks, o nanico se saiu muito bem, marcando 2.272 pontos no PCMark 7 e 4.123 pontos no 3DMark06.

No entanto, outros pontos da configuração não são brilhantes. 2 GB de RAM são o suficiente para usar esse computador como reprodutor de mídia, mas quem escalá-lo para o papel de desktop vai querer ampliar a oferta de memória. Nesse caso, a tarefa é relativamente simples: basta retirar a tampa que cobre a parte inferior do Mac mini para acessar os dois slots das SO-DIMMs.

A questão é que essa abertura só dá acesso à RAM, ao adaptador Wi-Fi e ao cooler. Abrir caminho para o resto do hardware, incluindo o HDD, é muito mais complicado. Esse é um ponto importante porque o HD do Mac mini tem 500 GB de capacidade e gira a 5.400 RPM, números modestos para os padrões atuais. Existem outras configurações que agregam um HD de 720 GB (7.200 RPM) e até um SSD de 256 GB, mas o preço, variando entre 2.324 reais e 5.324 reais, é muito elevado. Aliás, mesmo a configuração mais básica, que é a avaliada nesta resenha, é um tanto cara (1.799 reais) se considerarmos o Mac mini como um desktop.

Não é preciso muito esforço para preencher os 500 GB desse PC com filmes, especialmente depois que a Apple resolveu abandonar o drive óptico. Em um mundo onde as profecias da maçã se cumpriram, no qual a computação em nuvem é perfeita e ubíqua, mídias físicas realmente não têm nenhum valor. Mas ainda não chegamos nesse ponto. Um leitor de DVD ou de Blu-ray faz falta, especialmente para um computador de mesa, que normalmente cumpre o papel de máquina principal. No caso do Brasil a situação é ainda pior porque serviços de streaming de vídeo como o Netflix ainda são muito incipientes. Para além dessas questões mais práticas, quem está disposto a investir tanto em um sistema de reprodução de mídia provavelmente ainda encontra um prazer simples nas visitas à locadora mais próxima para escolher um filme. Claro, a Apple oferece um drive de DVD externo, mas ele somaria mais 249 reais a um custo total já bastante elevado.

Felizmente, a Apple foi mais tolerante com as outras conexões do Mac mini. A saída HDMI, que sempre foi tão desdenhada nas outras máquinas da companhia, não só está presente como vem acompanhada por um adaptador para DVI. Ao lado dela encontramos quatro USB 2.0, uma FireWire 800 uma porta ethernet, um leitor de cartão SDXC e duas P2 para fone e microfone. Wi-Fi e Bluetooth também não foram esquecidos.

A falta mais evidente dessa seleção é que nenhuma conexão ocupa a parte frontal do aparelho, nem mesmo as P2. Violar o design de uma máquina da Apple pode até ser considerado um sacrilégio, mas ter que recorrer à traseira do aparelho toda vez que se quer plugar um pendrive ou um fone de ouvido não deixa de ser inconveniente. Pelo menos a Apple facilitou nossa vida com uma fonte de energia interna, o que significa que a sua tomada não será monopolizada por um adaptador de corrente alternada. Por outro lado, se houver algum problema com a parte elétrica do Mac mini, você não terá muita opção senão recorrer à assistência técnica.

A porta Thunderbolt é um caso a parte por conta do seu imenso potencial. Entre os recursos dessa conexão, podemos citar a transferência bidirecional de dados a taxas astronômicas (10 Gbps), o suporte nativo aos protocolos DisplayPort e PCI Express, a possibilidade de prover energia elétrica a periféricos com potência de até 10W e a capacidade de interligar até seis aparelhos sem a necessidade de nenhum hub.

Contudo, fora os produtos da própria Apple, quase não existem eletrônicos que utilizem essa conexão. Naquele mundo fictício que imaginamos anteriormente, onde o resto da indústria se submeteu à Apple e à Intel, a Thunderbolt é uma conexão mais disseminada, e, portanto, é fácil montar um tremendo sistema multimídia conectando Mac mini, TV, home theater e HD externo. Infelizmente, aqui na velha Terra a maioria de nós terá que se contentar com HDMI e USB.

O grande felino Lion (Mac OS X 10.7) serve de sistema operacional para o pequeno computador. Esse novo SO introduziu uma série de mudanças na interface e nos mecanismos internos, como o scroll invertido à la iOS e o uso mais agressivo de sandboxing. Para o propósito desta resenha, a mudança mais marcante é o abandono do Front Row, o software de media center que costumava acompanhar o Mac OS X. A internet está repleta de excelentes substitutos como o XBMC ou o Boxee, mas essa mudança afasta o Mac mini daquele conceito de “ligar e usar” que envolve os media centers pré-montados.

Outra questão que surge do uso de um SO convencional é o fato de que ele foi projetado para a interação com mouse e teclado, que devem ser comprados separadamente no caso do Mac mini. O controle Apple Remote é de fato muito útil para navegar nos softwares de mídia, mas ele não vai muito além disso.

No fim, o Mac mini não é perfeito nem como desktop, nem como media center. Ainda assim, ele não deixa de ser uma bela máquina intermediária, capaz de cumprir bem as duas funções. A combinação de Core i5 Sandy Bridge e Mac OS X 10.7, tudo em um design extremamente compacto produz uma síntese de PC com media center que é difícil de igualar. Ele faz muito mais do que o Boxee Box ocupando bem menos espaço do que um gabinete convencional. Suas maiores limitações são as poucas opções de upgrade e o preço alto demais para uma configuração que não impressiona no campo dos desktops.

TouchSmart 610 encara o iMac

Som da Beats Audio e placa de vídeo com 2 GB de memória destacam esse tudo-em-um da HP



Com aparência imponente, este tudo-em-um da HP é completo. Tem excelente desempenho com seu processador Core i5 de 2,8 GHz, 6 GB de memória RAM e disco rígido de 1,5 TB. Também exibe alta qualidade de imagem, bom equilíbrio de cores e definição acima da média. Um dos destaques do TouchSmart é a facilidade com que a posição da tela pode ser ajustada. Mas a tela sensível ao toque muitas vezes não reconhece movimentos como o de dois dedos formando uma pinça. O sistema de alto-falantes instalado abaixo do display traz a grife Beats Audio, uma marca famosa pela qualidade dos fones de ouvido que produz. O som é potente e superior ao da maioria dos desktops tudo-em-um já testados pelo INFOlab. Mesmo assim, ainda apresenta distorções ocasionais nos agudos. O TouchSmart vem acompanhado de um conjunto de teclado, mouse e controle remoto sem fio.

Um dos grandes problemas da maioria dos desktops tudo-em-um é a utilização de componentes de notebook. Felizmente, apesar de todos os seus problemas, a HP não se esqueceu como se monta um computador de mesa. O TouchSmart 610 não é tão potente quanto seu irmão, o all-in-one de uso corporativo TouchSmart 9300, mas sua configuração ainda é umas das melhores da categoria.

Converter um filme MVK em MP4 para reproduzir no seu smartphone se torna uma tarefa rápida com a ajuda do processador Intel Core i5 2300 desse desktop. Cada um de seus quatro núcleos tem um clock de 2,8 GHz, que pode ser expandido a até 3,1 GHz durante a execução de aplicativos que utilizam menos do que quatro núcleos. Previsivelmente, o TouchSmart se saiu muito bem no benchmark de desempenho geral PCMark 7: o programa avaliou-o em 2453 pontos.

Benchmark PCMark 7 (em pontos)
Barras maiores indicam melhor desempenho

Apple iMac 27"
2.659

Apple iMac 21,5"
2.599

Sony Vaio 3D L225FB
2.558

HP TouchSmart 610
2.453



Existem outras opções com mais recursos na família de processadores Core i5 para desktop da Intel, mas elas só fazem diferença durante tarefas e processos mais específicos, como o gerenciamento de máquinas virtuais ou o overclocking. Entretanto, quem pretende usar o TouchSmart 610 como máquina de escritório talvez sinta falta da Intel vPro, que permite acesso remoto ao PC independentemente do estado do sistema operacional.

Enquanto o processador cumpre bem o promete, a escolha da placa de vídeo exige considerações mais profundas. A princípio, os 2 GB de memória dedicada da AMD Radeon HD 6550A parecem ser razão o suficiente para ignorar a concorrência. De fato, a quantidade de memória é um fator importante a ser considerado quando se trata de computadores com telas de alta resolução, como é o caso do TouchSmart (1920 x 1080 pixels). Jogos que fazem uso pesado de anti-aliasing ou que precisam armazenar muitas texturas simultaneamente (o Crysis original, por exemplo) também se beneficiam das GPU com memória farta.

No entanto, estamos falando de uma placa que utiliza GDDR3 RAM, enquanto um concorrente como o iMac 21,5” faz uso de uma placa (AMD Radeon HD 6750M) com GDDR5, que é um tipo muito mais rápido de memória. Desse modo, mesmo fazendo uso de apenas 512 MB de memória gráfica dedicada, o iMac consegue ser mais eficiente em muitas situações. Uma das consequências desse fato é de que os dois tudo-em-um da Apple superaram o TouchSmart no benchmark de desempenho gráfico 3DMark 11 (focado no DirectX 11). Ainda assim, os 1112 pontos alcançados pelo desktop resenhado não deixam de ser uma boa marca.

Benchmark 3DMark 11 (em pontos)
Barras maiores indicam melhor desempenho

Apple iMac 27"
1.604

Apple iMac 21,5"
1.335

HP TouchSmart 610
1.112

Sony Vaio 3D L225FB
686



Fora do Brasil, o TouchSmart 610 é um exemplo de boa conectividade para desktops tudo-em-um. Mas a Pátria Amada não teve tanta sorte: o TouchSmart sofreu uma mutação para se aclimatar aos trópicos e perdeu duas entradas HDMI no processo. Apesar desse desfalque, o tudo-em-um da HP oferece todas as conexões essenciais. A lista inclui seis USB 2.0, um leitor de cartão (MC, SDXC, xD, MMC, MS e MS Pro), Wi-Fi n e ethernet. O áudio recebe um tratamento especial com três saídas para ligar o PC a um sistema de áudio 2.1 (incluindo um subwoofer), além das usuais P2 para fone e microfone. Esse tudo-em-um tem até uma conexão coaxial para captar o sinal da TV analógica.

Com o essencial coberto, a HP desperdiçou a oportunidade de incluir portas que distinguiriam o TouchSmart da concorrência. O bluetooth, por exemplo, ficou de fora, mas é preciso reconhecer que essa rede sem fio não é tão relevante atualmente. Bem mais grave é a omissão quanto às conexões de alta velocidade, como o USB 3.0. Além disso, o TouchSmart aproveitaria melhor sua excelente tela se houvesse pelo menos uma entrada de vídeo. O leitor de Blu-ray compensa parcialmente tais deslizes, mas mesmo esse drive perde potencial com a falta de conexões de vídeo.

A conectividade do TouchSmart tem altos e baixos, mas a escolha de software é simplesmente decepcionante. Um desktop de seis mil reais merece mais que o Windows 7 Home Premium. Uma versão mais avançada do Windows seria muito útil do que o grupo de aplicativos inanes que HP resolveu incluir nesse tudo-em-um.

Contudo é preciso reconhecer o valor que alguns desses programas ganham ao conferir utilidade ao display touchscreen. Aliás, falando estritamente, a tela é mais um detector de movimento do que uma interface de toque. O TouchSmart dispensa a superfície capacitiva, preferindo utilizar feixes de luz infravermelha para acompanhar até dois dedos do usuário. Portanto, é de se esperar que ele tenha alguma dificuldade com gestos que utilizam mais do que um dedo.

Passemos para a boa e velha interface convencional. O teclado do TouchSmart é fino e largo, à maneira dos teclados sem fio da Apple. Porém, não é sem alívio que observamos que o estilo Apple ficou restrito ao teclado: o mouse é simples e confortável, como todo mouse deve ser.

Qual é o balanço final do TouchSmart 610? Ele com certeza é um excelente tudo-em-um, capaz de competir de igual para igual com o iMac. Entretanto, ele sofre de limitações que são inerentes à sua própria categoria. A principal vantagem dos desktops atualmente é o fato de que eles podem receber upgrades, mas esse não é o caso dos tudo-em-um. Com algum esforço, o TouchSmart pode até ser expandido através de par de PCI Express x1 e uma PCI Express x16, o que não passa de uma mixaria para um desktop de gabinete. A decisão de comprar um tudo-em-um depende do quanto se pretende pagar pelo conforto de possuir um computador que, sem deixar de ser mais potente que um notebook, esteja pronto para o uso ao sair da caixa.

Sony quer combater iPod com Walkman Z



Na semana passada, a Samsung anunciou seu esforço para aumentar a concorrência com o iPod, lançando na Coreia do Sul o Galaxy Player 3.2. Agora é a vez da Sony bater de frente com o player da Apple dentro de casa. A marca mostrou no Japão o seu Sony Walkman Z.

Ele segue basicamente o mesmo conceito usado no iPod e no Galaxy Player. É como se fosse um smartphone que não faz ligações. Está tudo ali, o Android 2.3, um processador Tegra 2 e receptor Wi-Fi, menos o chip 3G.

O Walkman Z tem tela de LCD de 4,3 polegadas. A capacidade de armazenamento dele é de 64 GB, um ótimo número para quem gosta de carregar bastante mídia no bolso.

O preço dele é de 45800 ienes, que numa conversão simples dá 1025 reais – provavelmente um ponto negativo para ele, já que esse preço não conta qualquer tipo de imposto no cálculo. Ele está cotado para chegar também aos Estados Unidos, em março. Para lá, a versão deve ser de até 32 GB, não tendo a de 64 GB disponível no Japão.

Próximo Xbox pode não rodar jogos usados



São Paulo – A próxima geração do console Xbox, da Microsoft, poderá vir equipado com um sistema que impossibilite rodar jogos usados.

A informação surgiu em meio a rumores sobre o Xbox 720 (nome não oficial dado ao próximo console) e pode desapontar usuários e lojas especializadas que costumam comprar e revender jogos usados.

Segundo o site Kotaku, a Microsoft pretende incorporar um sistema anti-jogos usados no hardware do console. Porém, especialistas acreditam que a empresa possa trabalhar com duas soluções para esse caso.

Como o próximo console terá suporte para jogos em alta definição, o sistema provavelmente trará um novo formato de disco proprietário. Assim, é possível que a Microsoft lance um aparelho híbrido, sem restrições para jogos antigos ou usados.

Ou então a empresa irá transformar o Xbox em uma espécie de PC, onde o jogador poderá baixar o conteúdo desejado e com ele receberá uma chave com uma licença para jogar em sua máquina.

Além disso, a publicação aponta que uma nova versão do Kinect também deverá ser lançada junto com o console. O sensor poderá trazer um processador próprio, o que permitirá uma efetiva melhora na detecção dos movimentos.

A Microsoft, no entanto, não confirma nenhum dos rumores e nem se o Xbox 720 está mesmo em desenvolvimento. Porém, muitos sites especializados afirmam que os processadores e chips gráficos já estão sendo produzidos e que a próxima geração do console será seis vezes mais poderosa que a atual.

De acordo com os rumores, o Xbox 720 poderá entrar em fase de produção total já em 2013, sendo que seu lançamento é aguardado para o final do mesmo ano.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Confira a lista com os principais programas para Windows

Formatar um computador tem se tornado um processo cada vez mais simples. Nada de comandos complicados ou configurações trabalhosas. Nas versões mais recentes doWindows, tudo que você precisa fazer é definir algumas opções pré-configuradas e seguir os passos do assistente (wizard). A próxima etapa, entretanto, é um pouco mais trabalhosa, e costuma dar dor de cabeça para a maioria dos usuários.
Deixar o computador da mesma forma em que ele se encontrava antes da instalação pode não ser tão simples quanto parece e exigir algumas horas (ou mesmo dias) de trabalho. Lembrar dos programas anteriormente instalados, buscar novamente seus CDs ou arquivos de instalação, instalar e configurar cada um deles é realmente uma árdua tarefa.
Desse mal sofrem também os donos de computadores 0 KM, talvez até de forma mais acentuada, visto que o PC recém adquirido, novinho em folha, além de também estar somente com os softrwares básicos, tem ainda o agravante de não possuir uma referência de experiências anteriores que possa guiar o marinheiro de primeira viagem.

Abaixo listaremos uma seleção dos principais programas para seu computador, divididos por categoria.

Navegadores

Mozilla Firefox: um dos navegadores mais usados na atualidade, o Firefox utiliza o código fonte do primeiro navegador da internet, o Mosaic, e é resultado de um projeto da Fundação Mozilla em parceria com vários colaboradores. Seu status de software livre o fez cair no gosto dos internautas e conquistar muitos fãs, que o consideram mais seguro e rápido que o Internet Explorer. Veja a matéria da nova versão do
Firefox (Firefox 4) e conheça suas principais caracterísitcas.

Google Chrome: Google Chrome é o navegador da gigante Google e sua principal promessa é a maior velocidade em relação aos demais navegadores. Foi lançado em 2008 e, apesar de mais novo que seus principais concorrentes, conseguiu conquistar seu espaço, tornando-se o terceiro browser mais usado do mundo, atrás somente do Internet Explorer e do Firefox. Assim como o Firefox, o Chrome é baseado em código aberto, o que possibilita a criação de várias extensões.

Opera:apesar de muita gente achar que o Opera é um navegador recente, ele já está no mercado desde 1996 e, ao longo dos anos, sofreu vários aperfeiçoamentos, que foram responsáveis por aumentar a sua participação. Segundo a Opera Software, desenvolvedora do browser, o Opera é o "navegador mais rápido na terra". À época desta afirmação, foram realizadas pesquisas que confirmaram a vantagem do Opera 9.5 sobre o Internet Explorer 7 e o Mozilla Firefox 3.

Utilidade e desempenho

WinRAR: nesta lista, existem alguns programas que não podem faltar em seu computador, e o WinRAR é um deles. Desenvolvido por Alexander Roshal e com licença Shareware, o WinRAR é um compactador e descompactador de arquivos, com suporte completo aos formatos RAR e ZIP e suporte parcial a alguns outros formatos, como JAR, 7Z e ISO. Acredite: em algum momento, você provavelmente precisará dele.

CCleaner: CCleaner é uma ótima opção para quem gosta de manter o computador em ordem e garantir um melhor desempenho do sistema. O programa é gratuito e possui ferramentas para limpeza de arquivos desnecessários do Windows e correção de erros no registro, além de opções para gerenciamento dos softwares instalados.
Nero BurnLite 10: versão gratuita do pacote Nero 10 para manipulação e gravação de mídias. Apesar de possuir menos recursos que a versão completa, Nero BurnLite 10 é uma boa alternativa para a maioria dos usuários, que buscam uma solução prática e eficaz para operações básicas de gravação de mídias, como a gravação de discos de dados e cópia de CDs e DVDs.

Players (reprodutores)

VLC Media Player: apesar de não tão conhecido como seus concorrentes, o VLC Media Player é o reprodutor preferido de muitos usuários. O principal motivo para tal preferência consiste na praticidade que o programa proporciona ao agregar codecs e ser capaz de reproduzir a maioria dos formatos de vídeo e áudio do mercado. Além disso, o programa possui uma ferramenta integrada para a reprodução de legendas.

iTunes: inicialmente desenvolvido para Mac e usado principalmente por usuários de iPhone e iPod, o iTunes tem ganhado espaço também entre os usuários do sistema operacional Windows. Sua interface simples, seus recursos de reprodução de áudio e vídeo, e a possibilidade de organização dos arquivos de música que o programa oferece aos usários são apenas alguns dos motivos para o sucesso.


WinAMP: lançado em 1997, o WinAMP foi um dos primeiros reprodutores compatíveis com o formato MP3 de áudio. Por esse motivo, e graças às demais ferramentas do programa (mixador, equalizador etc.), o WinAMP tornou-se muito famoso e ainda hoje, graças às atualizações e seus novos recursos, sustenta a posição de um dos melhores players de áudio e vídeo do mercado.

BS.Player: criado pela Webteh, o BS.Player se apresenta aos usuários (juntamente com o VLC Media Player) como mais uma alternativa para a reprodução dos formatos multimídia menos convencionais e para a exibição ativa de legendas. Ao ser instalado, o programa busca, automaticamente, pelos codecs instalados no sistema e adiciona os que não forem detectados, poupando um trabalho considerável.

Plugins

Adobe Flash Player: O Adobe Flash Player é um dos aplicativos mais famosos da Adobe e que, ao ser instalado, permite que os usuários desfrutem dos melhores recursos que os desenvolvedores de conteúdos para a Web podem oferecer em uma página: gráficos, animações, vídeos e até mesmo jogos e outras atividades de entretenimento.

FLV Player: O FLV Player é uma alternativa para a reprodução de vídeos em Flash no PC ou em sites. O aplicativo é ideal para quem busca uma forma prática de adicionar conteúdos em flash à sua lista de reproduções, além de também ser capaz de trabalhar com as extensões MOV, MP4, F4V.

Adobe Shockwave Player: um dos mais importantes plugins da Adobe, o Shockwave Flash Player é o aplicativo padrão de conteúdos multimídia da web. Com ele, é possível reproduzir conteúdos interativos de jogos, anúncios e muitas outras possibilidades, além da capacidade de exibição de conteúdos em 3D.

Microsoft Silverlight:desenvolvido pela Microsoft, o Siverlight é o principal concorrente do Adobe Flash Player e possui proposta semelhante ao software da Adobe. Ele possibilita a visualização de fotos, vídeos, gráficos e muitos outros elementos interativos diretamente do navegador, sem a necessidade de programas multimídia adicionais.

Java: dentre outras funções, o software Java, da Oracle, é utilizado para reproduzir softwares de diferentes plataformas e programas para navegadores e serviços da web. O Java Runtime Environment, como também é conhecido, é comumente empregado em jogos on-line, sendo uma exigência para execução de determinadas aplicações na web.

Adobe Reader: mais um popular software da Adobe, o Adobe Reader é o leitor oficial de arquivos PDF (Portable Document Format), visto que ambos, formato e software, foram desenvolvidos pela empresa. O Adobe Acrobat Reader possui vários recursos para visualização, navegação e gerenciamento de arquivos PDF.

K-Lite Codec Pack: pacote completo com os principais codecs (decodificadores) utilizados para a reprodução de áudio, vídeo, filtros e legendas. É uma ótima solução para evitar falhas de reprodução causadas pela ausência de codecs no Windows Media Player e em outros reprodutores que oferecem suporte apenas aos formatos mais populares de áudio e vídeo.

DirectX: software quase que obrigatório para os amantes de jogos, o DirectX tem o objetivo de trabalhar juntamente com a placa de vídeo, maximizando seus recursos e deixando os jogos mais vivos e com gráficos mais atraentes. Nas versões mais recentes do Windows (Vista e 7), o aplicativo já vem instalado no sistema operacional.

Segurança

Avira AntiVir Personal Free: mais uma alternativa para usuários que buscam um software antivírus gratuito, porém leve e eficiente. Com um banco de dados constantemente atualizado e ferramenta de detecção em tempo real, o Avira é um programa antivírus completo.

avast! Free Antivirus: versão gratuita do popular antivírus Avast, uma das ferramentas de proteção e detecção de ameaças mas utilizadas no mundo. Em sua sexta versão, a empresa desenvolvedora promete, além de uma interface mais bonita, uma ferramenta ainda mais leve e eficiente que as versões anteriores.

NOD32: produzido pela Eset, o Eset NOD32 tem o foco na prevenção de ameaças, e não na detecção e remoção de vírus do sistema, como a maioria dos softwares da categoria. Essa característica, denomidade de Prevenção Proativa, foi exatamente o fator responsável por fazer com que o programa caísse no gosto dos usuários e recebesse uma boa avaliação por parte da crítica especializada.

Ad-Aware: ferramenta desenvolvida pela Lavasoft e especializada na detecção e remoção de spy-wares. O Ad-Aware também é capaz de detectar vírus, trojans, rootkits, keyloggers e diversos outros tipos de códigos potencialmente maliciosos aos sistemas.

Kaspersky: uma das melhores ferramentas para remoção e detecção de vírus e pragas virtuais da atualidade, o Kaspersky é uma alternativa que, apesar de paga, costuma compensar quando o assunto é a proteção do sistema. No link de download acima, o programa está disponível para teste durante um período de 30 dias.

Comunicação

Windows Live Messenger: o MSN Messenger é, talvez, o mais tradicional comunicador instantâneo dos últimos anos. Apesar do surgimento de vários novos concorrentes, o software da Microsoft conseguiu, graças às novidades da versão 2011, manter-se competitivo no mercado, tendo como principal destaque a integração com as principais redes sociais da atualidade. Veja também o Guia completo para MSN que o TechTudo preparou.

Skype: recentemente comprado pela gigante Microsoft, o Skype é uma ótima alternativa para as pessoas que desejam se comunicar na internet por meio de voz e vídeo. O progama é muito utilizado por pessoas em viagens ao exterior que buscam se comunicar com parentes e amigos, visto que apresenta melhor custo benefício que uma ligação internacional, por exemplo.

Google Talk: o Google Talk (ou GTalk, para os mais íntimos) é o comunicador instantâneo da Google, a gigante das buscas na internet. O programa possui os tradicionais recursos de conversa e compartilhamento de arquivos e pode ser utilizado por usuários que possuem contas em qualquer um dos serviços do Google, como o Gmail ou o Orkut.

Meebo: o Meebo possui um diferencial em relação aos demais softwares desta lista, pois ele é um comunicador online que reúne vários mensageiros em um único local. Recentemente, além das opções já disponíveis (MSN, GTalk, ICQ etc.), o site passou a oferecer suporte também ao chat do Facebook. Por dispensar instalação, o Meebo é muito utilizado em locais onde os demais mensageiros são bloqueados.

eBuddy: a proposta do eBuddy é semelhante a do Meebo: reunir vários comunicadores instantâneos em um único ambiente online. O aplicativo também não precisa ser instalado e, por esse motivo, é uma ótima opção para pessoas que estejam viajando, no trabalho ou na escola e precisem se comunicar de forma rápida e prática pela internet.

Compartilhamento

uTorrent: um dos clientes de torrent mais populares do mundo, o uTorrent utiliza o protocolo de downloads BitTorrent para se comunicar com computadores e compartilhar arquivos de forma rápida e prática. Esse tipo de serviço é muito utilizado para o compartilhamento de softwares livres, visto que não há centralização dos arquivos em um único servidor, o que colabora para otimizar o processo de download.

DreaMule: baseado no clássico programa de compartilhamento eMule, o DreaMule foi desenvolvido por brasileiros e possui recursos, configurações e correções que tornam a sua navegação e o processo de download mais simples e eficaz. Assim como no software orignal, o programa utiliza o modelo peer-to-peer (P2P) de compartilhamento.

Editores de imagem

GIMP: mais um programa gratuito para a edição e manipualção de imagens. O GIMP é o software ideal para pessoas que buscam um programa para as tarefas mais básicas, realizadas no dia a dia. Sua interface simples e seus recursos eficientes o colocam como mais uma boa alternativa entre os editores de imagem.

PhotoScape: o PhotoScape é uma alternativa para os usuários que não estão dispostos a pagar centenas de dólares peloPhotoshop (ou apelar para a pirataria), mas desejam um programa com vários recursos para a edição e manipulação de imagens. Apesar de não poder ser considerado equivalente ao software da Adobe, o PhotoScape é uma boa solução, ainda mais por ser um software gratuito.

Paint.net: assim como os dois outros programas desta categoria, o Paint.net se apresenta como um concorrente gratuito do Photoshop. Com recursos mais modestos que o software da Adobe, o programa disponibiliza as ferramentas necessárias para que usuários comuns possam realizar retoques satisfatórios em suas imagens.

Picasa: além de ser um ótimo organizador de imagens, o Picasa possui recursos para a realização das tarefas mais simples de edição de imagens, como, por exemplo, a remoção dos famosos (e temidos) olhos vermelhos. Por também ser um programa gratuito, o Picasa é mais uma opção na lista de editores de imagem para usuários médios.

Photoshop: o Photoshop é o editor de imagens mais famoso do mundo e, provavelmente, também o mais eficiente e completo. Seus vários recursos possibilitam desde a realização das tarefas mais simples a edições e manipulações avançadas de imagem. Nesta versão de download, o programa da Adobe está disponível para teste por um período de 30 dias.

Como vocês podem imaginar, a lista é praticamente interminável e varia de acordo com o gosto de cada usuário. Nosso objetivo nesta matéria não é abordar todos os softwares de cada categoria, mas criar uma lista com os programas mais usados no Windows, oferecendo um guia com informações básicas sobre os softwares em questão

Fonte: TechTudo

Asus Mars, uma arma nuclear no seu PC


Placa limitada a 1.000 peças é uma GTX 285 em dobro, com 4 GB de memória


Para figurar entre as placas de vídeo mais velozes do mundo, a Asus apelou e fez da Mars o modelo mais extravagante. Pegou o violento controlador gráfico GeForce GTX285 e dobrou tudo: número de processadores e interface de memória, por exemplo. Para completar, multiplicou por quatro a quantidade de memória, que passou a 4 GB. Como era de se esperar, essa verdadeira bomba atômica bateu todos os recordes nos testes do INFOLAB. Quer uma no seu micro? Só se você estiver disposto a gastar 3.000 reais e se estapear com outros viciados em performance para ter um dos 1.000 modelos produzidos.

Esse produto não faz parte da linha da NVIDIA, que normalmente produz modelos de referência para os fabricantes. No caso da Mars, o projeto foi criado inteiramente pela Asus, usando componentes já desenvolvidos pela empresa de chips. Na verdade, é tudo muito simples: é como se fossem duas placas em SLI, uma em cima da outra, ligadas à placa-mãe por uma só PCI Express. As tecnologias são as mesmas utilizadas nas atuais GeForce. Seu desempenho absurdo vem da configuração exagerada em tudo. São 480 processadores de stream e interface de 1.024 bits.

Tudo isso exige uma fonte de 750 watts e um baita sistema de refrigeração. Em nossos testes, a temperatura da GPU chegou a 99 graus e o ruído bateu em 63 decibéis. Para alimentar essa placa, são necessários quatro conectores de seis pinos, o dobro do normal para modelos avançados. As saídas de áudio e vídeos são as comuns: uma DVI, uma HDMI e uma S/PDIF. A única coisa que pode receber reclamações é a falta de suporte a DirectX 11, uma característica de todos os chips dessa série da NVIDIA.

A prova do benchmark


Para testar a Asus Mars, usamos uma máquina com a seguinte configuração: processador Core i7 860, de 2,8 GHz, 8 GB de memória padrão DDR3, da marca Kingston, fonte Corsair de 750 watts, disco rígido Seagate de 500 GB e monitor LG com resolução de 1.680 por 1.050 pixels. Os drivers de vídeo foram fornecidos pela própria Asus, e não pela NVIDIA, o que pode levar a um funcionamento diferente, em relação ao visto nas outras placas da mesma linha. Para não fritar nenhum componente, rodamos todos os programas nas especificações padrão do hardware, sem overclock.

Nos benchmarks de vídeo em terceira dimensão, os recordes foram absolutos. O produto conseguiu 17.877 pontos no 3DMark06 e 23.863 pontos no 3DMark Vantage. No último caso, foi mais do que o dobro alcançado pela GTX285. Confira, nos gráficos abaixo, o desempenho da Mars em relação a alguns concorrentes:

3DMark06 (em pontos)

Asus Mars
17.877

Asus Matrix GTX285
13.056

NVIDIA GTX 275
12 833

ATI HD 4870
12 450



3DMark Vantage (em pontos)

Asus Mars
23.863

NVIDIA GTX 275
12.980

Asus Matrix GTX285
10.699

ATI HD 4870
8.771

Recorde também nos jogos


No teste mais esperado, com games, a Asus Mars repetiu o excelente desempenho. Rodou o Crysis com média de 31 quadros por segundo, nas configurações máximas de vídeo. Mas, nessa situação, bateu no pico de temperatura e ruído. No Call of Duty – World at War, sua performance média foi de 126 FPS. Ambos os testes foram efetuados na resolução de 1.680 por 1.050 pixels, o padrão utilizado pelo INFOLAB. Veja, nos gráficos abaixo, esses números comparados com os de alguns concorrentes:


Crysis Benchmark (em FPS)
1.680 x 1.050 / Very High / Anisotropic 16x / Antialiasing 16x

Asus Mars
31

Asus Matrix GTX285
20

NVIDIA GTX 275
15

ATI HD 4870
14



Call of Duty – World at War (em FPS)
1.680 x 1.050 / Antialiasing 4x

Asus Mars
126

Asus Matrix GTX285
73

NVIDIA GTX 275
62

ATI HD 4870
56

Samsung exagera com TV 3D de 75″


Quando você acha que as coisas atingiram um patamar suficiente, vem sempre um megalomaníaco para mostrar que não é bem assim. Dessa vez, quem faz esse papel é a Samsung. A empresa lançou uma TV 3D de 75 polegadas. Só isso.

A TV com backlight de LED é a maior com suporte a 3D no mundo – pelo menos é o que afirma a empresa sul-coreana. Para assistir a conteúdos em 3D, o usuário terá que usar óculos com funcionamento ativo. O painel tem resolução de 1080p e taxa de atualização de 240 Hz.

Além do suporte a 3D, a televisão é da linha Smart da Samsung. Ou seja, é possível navegar na internet e até instalar aplicativos. Para facilitar essas atividades, a TV vem acompanhada de um controle com um teclado Querty em flip.

Como você deve ter imaginado, o preço do aparelho é compatível com seu tamanho. A previsão para a D9500 é de 17600 dólares.