segunda-feira, 14 de maio de 2012
Tablets - Multilaser Diamond vai bem na execução de vídeo
Info Exame
Mesmo com complicações no design, tablet pode chamar atenção
Com uma carcaça feita de plástico preto brilhante, o Multilaser Diamond pode chamar atenção por seu tamanho compacto e tela de 7 polegadas. Sua tampa traseira traz um acabamento que, como sugere o nome, remete a um diamante. Os aficionados por tecnologia do INFOlab de imediato apontaram as semelhanças com o HTC Touch Diamond, um aparelho lançado em 2008 e que rodava o Windows Mobile 6.1.
Medindo 12 por 19,2 por 1,07 centímetros e pesando 323 g, o Multilaser Diamond oferece um manuseio confortável tanto na vertical como horizontal. A entrada de textos e navegação ocorre sem grandes problemas. No entanto, o design pode trazer complicações. Os botões “Menu”, “Home” e “Voltar” estão localizados abaixo da tela (posição retrato), onde também se encontram as conexões miniHDMI, microSD, miniUSB e P2. À direita dos botões, na porção inferior da face lateral, o usuário encontra os controles de volume e botão para ligar/desligar o aparelho. Os controles seguem na contramão da maioria dos gadgets, que trazem os botões de volume normalmente na extremidade oposta ao apoio das mãos. Essa característica torna o ajuste incômodo e a ação demora a se tornar costumeira. A única câmera de 1,3 megapixels, localizada na lateral direta dos botões, tem como foco as videochamadas. Sua posição também não favorece esse uso. O usuário deve segurar o tablet em pé para que uma conversa por Skype funcione da maneira correta. Isso é um problema, já que uma das mãos normalmente encobre a câmera. Na posição paisagem, é necessário inclinar o tablet para que o usuário fique no centro da tela, o que dificulta a digitação e até mesmo a visualização da outra pessoa.
A versão 2.3 do Android (Gingerbread) passou por pequenas modificações. Uma delas traz os mesmos botões da carcaça para a interface do sistema. As alterações mais significativas são os aplicativos pré-instalados. O player de mídia padrão foi substituído pelo 1026P. Além de ser compatível com vários formatos (MKV, AVI, RM/BMVB, FLV e MPEG-1/2), o 1026P pode realizar alterações nas legendas. Enquanto o vídeo é reproduzido, o usuário pode trocar a cor, tamanho e até o atraso ou avanço do texto em relação à imagem. A reprodução de vídeo também é destacada pela saída miniHDMI, que executou vídeos em 1.080p na TV sem nenhum engasgo e com legendas. Um ponto negativo é a única caixa de som de 1 W, que tem uma qualidade um tanto sofrível. O Diamond também inclui um gerenciador de arquivos, Angry Birds, Sega Sonic 4 EpI, MSN Live Messenger Pro, Twitter, Facebook, Tetris, Skype e outros. Não há um aplicativo para edição de documentos, como o Polaris Office.
A opção pelo Android 2.3 não chega a ser um problema. A proporção da tela, que conta com resolução de 800 por 480 pixels, permite a instalação dos aplicativos dedicados a smartphones sem grandes dificuldades. Por outro lado, ficam de fora versões adaptadas para tablets, próprias do Honeycomb e do novo Ice Cream Sandwich. O processador de 1,5 GHz dá conta de todas as tarefas sem nenhum problema, os engasgos podem acontecer com aplicações muito pesadas, já que a memória RAM se limita a 512 MB de RAM. O armazenamento interno de 8 GB está na média para os tablets de “entrada”.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
6 antivírus para Android testados pelo INFOlab
O surgimento de vírus e outras ameaças para a plataforma Android está explodindo. E com quais armas o usuário conta para se defender? O INFOlab testou seis antivírus mais populares na loja de aplicativos Android Market. Três gratuitos (Antivirus Free AVG Mobilation, avast! Mobile Security e ALYac Android) e três pagos (Kaspersky Mobile Security, Trend Micro Mobile Security Personal Edition e McAfee Mobile Security).
Os testes se concentraram na capacidade de detectar apps mal-intencionados e constaram de duas baterias: varredura de arquivos não instalados e verificação pós-instalação. Para a primeira rodada, utilizou-se uma amostra de 200 apps infectados. Na outra, a mesma amostra foi reduzida à metade. Nos testes não foram considerados os recursos extras dos programas, como backup, apagamento dos dados em caso de furto do aparelho e ajuda na configuração do sistema. A oferta de recursos tende a estar nos aplicativos pagos. Todos os testes foram realizados num smartphone Sony Ericsson Xperia Pro, com Android 2.3.4.
Na pesquisa dos apps nocivos, o INFOlab reuniu nada menos que 4 GB de material. Isso dá uma boa ideia de como os malfeitores digitais estão trabalhando na produção de programas perniciosos para Android. Mesmo assim, esse mundo é ainda muito novo e a construção de defesas também está começando. Não há, por exemplo, uma unificação dos nomes das ameaças, como existe no PC. Algumas ameaças são mistas, ou seja, carregam um código malicioso para Android e outro para PC. A vítima pode ser lesada baixando o app para o celular ou copiando-o primeiro para o micro.
Na varredura manual de arquivos não instalados, o melhor resultado foi obtido pelo antivírus da Kaspersky, que detectou 87% dos 200 apps infectados. Os produtos da Avast e da McAfee ficaram bem perto, com 86% e 85%, respectivamente. A seguir vêm Trend Micro (50%), ALYac (26%) e AVG (0%). O ALYac, vale explicar, entrou no teste pela sua popularidade: é o antivírus mais usado na Coreia do Sul. O AVG foi concebido para só detectar apps maliciosos depois de instalados, daí o resultado.
Na segunda bateria de testes, a verificação depois de instalado o aplicativo malicioso, os resultados são melhores. A Trend Micro saiu na frente: reconheceu todos os itens do pacote de 100 ameaças. Avast e McAfee também fizeram bonito, com índices de 94% e 93% de detecções.
Kaspersky e AVG ficaram com 88% e 84%. O único desastre registrou-se com o ALYac, que só enxergou 16% da amostra. E pior: classificou alguns deles como seguros.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Como o Facebook pode chegar aos US$ 100 bilhões
São Paulo – Um site que vale 100 bilhões de dólares. A informação sobre o Facebookimpressiona, mas essa é a estimativa do valor da rede social se o IPO (oferta inicial de ações) for bem sucedido.
O valor foi projetado a partir de um cálculo que considera os 5 bilhões de dólares em ações que a empresa quer oferecer no mercado e a participação dos acionistas da empresa e de outros investidores que aplicaram na rede.
Além do fato de que o número é mesmo muito impressionante, o momento do mercado financeiro e o histórico das empresas de internet, coroado com a bolha.com, que estourou em 2001, faz com que alguns analistas estimem números bem mais magros para o valor de mercado da empresa, com projeções entre 75 bilhões e 50 bilhões de dólares.
Uma série de fundamentos, porém, poderia sustentar os 100 bilhões de dólares como valor para a rede, como aponta o site DealBook, do The New York Times. O ponto mais importante de valor para o Facebook é o próprio esforço que os envolvidos na oferta farão para que o IPO não seja um fracasso. Isso poderá ser em parte garantido pela lei da oferta e demanda.
O IPO do Groupon (GRPN), por exemplo, já apontou essa estratégia. Na ocasião foram ofertadas apenas 5% das ações da empresa, fazendo com que os investidores interessados garantissem sua participação rapidamente numa fatia pequena. Uma estratégia parecida esta sendo usado no IPO do Facebook pelo coordenador Morgan Stanley.
A estimativa inicial era de que fossem ofertados 10 bilhões de dólares em papéis da rede social, o dobro do que será realmente ofertado, que é bem próximo do mínimo necessário. Colocar poucas ações no mercado dá chance a um número menor de investidores e vira um bom termômetro para que outros papéis sejam oferecidos futuramente.
Outro ponto pode ajudar a levar o valor do Facebook para as alturas. Durante a bolha.com, os coordenadores tinham acordos para vender ações no IPO para grandes investidores institucionais. Atualmente, essa pratica não é mais permitida e os grandes investidores não terão prioridade, tendo que aplicar no lançamento de ações e garantindo uma demanda especial para os papéis na ocasião do lançamento.
Esses fatores podem dar um valor inicial de 100 bilhões de dólares ao Facebook no lançamento da oferta. Com o tempo, porém, os fundamentos é que costumam dirigir o preço dos papéis. Nesse momento, pontos como a capacidade da rede em rentabilizar novos serviços e continuar crescendo vão contar mais.
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Pinterest desponta como rede social promessa para 2012

São Paulo - 2012 está no começo mas já tem sua candidata a nova rede social do ano. Trata-se do Pinterest, serviço para colagem de imagens e vídeos em um mural virtual. O site permite organizar e compartilhar imagens que o usuário encontra pela web em poucos cliques, além de ser uma vitrine virtual para lojas. Na prática, é como um painel de recados preenchido de coisas belas.
O serviço foi lançado em março de 2010 e tem crescido nos últimos meses. De acordo com a comScore, o Pinterest já é oitava rede social mais popular nos Estados Unidos, com 4,8 milhões de usuários - para comparação, o Google+ tem 15,2 milhões.
Ao mesmo tempo, é o terceiro em tempo gasto, atrás somente do Facebook e do Tumblr, que possuem média de 394 e 141 minutos por usuário, respectivamente, contra 88 minutos do Pinterest. O nome é um acrônimo das palavras pin (alfinete) e interest (interesse).
Como outras redes sociais como o Tumblr, o serviço permite curtir e republicar “pins” de outros usuários. Após criar uma conta, o usuário pode dividir seu mural em diversos quadros temáticos. Moda, estilo de vida, fotografia, artes, comida e bebida, arquitetura, música e alimentação são alguns dos mais populares.
Loja virtual
O Pinterest também funciona como uma vitrine virtual - é aqui que ele se torna interessante para as empresas. Na seção Gifts, o usuário pode encontrar diversos itens disponíveis para a compra divididos por faixa de preço ($1–20, $20–50, $50–100, $100–200, $200–500, $500+). Após acessar um item, o cliente pode ir diretamente para o site da loja.
De acordo com um relatório da empresa Shareaholic, o Pinterest já direciona tanto acesso para lojas dos Estados Unidos quanto o Twitter (3,6%), só ficando atrás do Facebook (26,4%), Stumbleupon (5%) e do Google (3,6%).
Nesta semana, o serviço levou o prêmio The Crunchies Award, ofertado pelos blogs VentureBeat, GigaOm e TechCrunch, como melhor nova startup. Também foi listado pela revista Time como um dos 50 melhores sites de 2011. A empresa está baseada em Palo Alto, na Califórnia. Resta saber se vai cair no gosto do usuário brasileiro.
Windows: 12 aplicativos gratuitos e imperdíveis para o PC
Apesar do Windows já vir com alguns softwares instalados, nem todos atendem as exigências dos usuários. Por isso, a equipe do Download da Hora separou alguns dos principais aplicativos gratuitos do mercado. Com eles, você conseguirá turbinar o seu computador sem gastar nada. Confira nossa lista.
Skype
O Skype é o software mais famoso para realizar chamadas telefônicas por meio da rede de internet. Ele tem ainda outros dois recursos de comunicação: um sistema de chamadas de videoconferência e de mensagens eletrônicas. A mais nova versão, o Skype 5.5 traz também ampliação da integração com a rede social Facebook.
DropBox
O Dropbox é perfeito para quem usa várias máquinas e quer manter documentos e arquivos sincronizados entre elas. Ele faz sincronia, backup e controle de versão de arquivos. O controle é feito no site do produto, que oferece um espaço de 2 GB para armazenar os arquivos destinados a sincronia.
O DropBox é a ferramenta na nuvem mais conhecida e utilizada atualmente. Porém, existem outras opções interessantes, como o SugarSync e o CX.
Soluto
O Soluto é um aplicativo capaz de deixar mais rápida a inicialização do Windows. O software executa as duas tarefas com elegância e precisão. Basicamente, por causa de seu sistema de análise e da interface simples e intuitiva. Vale dizer que ele só funciona em máquinas conectadas na internet, pois se baseia nas experiências dos outros usuários para sugerir o que pode ser desativado na inicialização do Windows.
AVG
O AVG é um dos mais populares antivírus gratuitos. Ele inclui ferramenta de proteção em tempo real durante a navegação com o LinkScanner e a melhoria em análise de comportamento de malware. Há também ferramentas contra vírus, spyware e outras ameaças online.
Apesar de o AVG ser um dos mais utilizados, existem outras boas opções de antivírus, como o Avast e o Microsoft Security Essentials.
Gimp
O Gimp é um editor de imagens construído em código aberto. Nele, o usuário encontra ferramentas para tratar, recortar e aplicar efeitos em qualquer tipo de imagem. Conta ainda com ferramentas avançadas de edição, que permitem aplicar camadas, filtros e texturas nas imagens. Ideal para quem gosta de manipular fotos.
Além do Gimp, existem outras opções gratuitas, como o Paint.Net, o PhotoScape e o IrfanView.
CCleaner
CCleaner é um programa gratuito cuja missão consiste em vasculhar cada cantinho do Windows em busca de arquivos inúteis (como temporários, cache, históricos de navegação, entre outros). Quando encontra a sujeira, ele oferece uma opção para o usuário apagar esses arquivos e, consequentemente, deixar o sistema operacional mais produtivo.
VLC Media Player
Esse player de vídeo e de áudio encara os principais formatos disponíveis na internet, como DivX, XviD, MPEG-1, MPEG-2, AVI, MOV, WMV, Real, SVCD, Matroska, 3GP, FLV, Cinepak, FLAC, Ogg e muitos outros, sem precisar da ajuda de nenhum codec adicional. Também suporta arquivos de legendas, transmissão por streaming e conversão entre formatos.
Além do VLC, também se destacam na categoria os programas BS.Player e RealPlayer.
Google Chrome
O Google Chrome é um navegador cuja popularidade aumenta cada dia mais, principalmente devido a sua velocidade. Ele combina tecnologias sofisticadas com um design básico a fim de tornar a web mais rápida, segura e prática. Porém, outros navegadores também fazem sucesso, como o Internet Explorer e o Firefox.
uTorrent
O Utorrent é um aplicativo para compartilhamento de arquivos P2P. A velocidade e simplicidade o levaram a ser o mais popular cliente de torrent do mercado. Além disso, o software é equipado com uma interface organizada. Os comandos, a um clique, são intuitivos e simples de usar.
WinRAR
O WinRAR é um dos mais famosos compactadores em uso. O processo de compactação e descompactação é bem veloz. Os tipos de arquivos suportados pelo WinRAR são muitos, passando pelos famosos RAR, ZIP, TAR e até arquivos ISO.
Adobe Reader
O Adobe Reader é um programa para leitura de arquivos escritos no padrão PDF. Como trabalha tanto com textos como com imagens, ele é muito utilizado para confecção de manuais e livros, por exemplo. O Reader funciona como programa independente e como plug-in dos browsers. Também é uma boa opção para quem precisa gerar documentos e compartilhar com um monte de pessoas. Para executar essa função, o usuário precisa inscrever-se na página de serviços da Adobe, o Acrobat.com.
Há também o Foxit PDF Reader que pode ser uma boa opção para quem não gosta do Adobe Reader.
Format Factory
O Format Factory é um conversor capaz de alterar o formato de vários tipos de arquivos. De áudio são WMA, M4A, MP3, AAC, OGG, WAV. De vídeo: MP4, AVI, MPG, 3GP, FLV. Já as imagens podem ter seus formatos mudados para PNG, TGA, BMP, GIF, TIF, PCX e ICO. A interface do Format Factory é bastante simples, com botões de configuração e conversão muito bem localizados. Isso torna o processo de conversão dos arquivos muito fácil.
PS Vita deverá custar R$ 1,6 mil no Brasil

São Paulo – O Playstation Vita, novo console portátil da Sony, deve chegar ao Brasil custando R$ 1.600 na versão Wi-Fi.
Segundo o site especializado Kotaku, que cita fontes do varejo, inicialmente o Brasil só irá receber a versão com conexão Wi-Fi do aparelho, sem previsão para o modelo 3G. O dispositivo chegará ao mercado nacional com o game “ModNation Racers: Road Trip” na memória, um estojo e um cartão de memória com 4GB.
Caso o preço se confirme, o valor será superior ao do Playstation 3 no país, que atualmente custa R$ 1.399 na loja da Sony, e o dobro do Xbox 360 nacional, que custa R$ 799 (4GB).
Nos Estados Unidos, o PS Vita custará US$ 249 (versão Wi-Fi). Já o modelo 3G, com cartão de memória de 8GB, um jogo disponível na Playstation Network (PSN) e plano de dados na operadora AT&T, custará US$ 299.
Lançado no dia 17 de dezembro no Japão, o portátil vendeu 321 mil nos dois primeiros dias. No Brasil, assim como nos Estados Unidos e Europa, o PS Vita será lançado dia 22 de fevereiro. Procurada pela INFO, a Sony não retornou até o fechamento desta matéria.
O PS Vita possui processador de 4 núcleos, dois thumbsticks, uma tela touchscreen OLED de 5 polegadas e um touchpad na parte de trás utilizado para controlar algumas funções em games. Com Wi-Fi e 3G, o aparelho permite que usuários joguem entre si usando consoles PlayStation 3 por meio da PSN.
Sites da Caixa Econômica e Citibank sofrem instabilidade

São Paulo – O acesso ao site do banco Caixa Econômica Federal (CEF) e do Citibank ficou indisponível na manhã desta sexta-feira, em mais um dia de ataques contra páginas de instituições financeiras.
A indisponibilidade do site da CEF e do Citibank tiveram relação com os recentes ataques promovidos ao longo desta semana, por grupos pertencentes ao coletivo hacker Anonymous, que devem se encerrar nessa sexta-feira com outros bancos menores também passando por instabilidade.
A operação, batizada de #OpWeeksPayment, faz alusão a semana de pagamentos de salários no país. Os grupos afirmam que os ataques seriam protestos contra a corrupção eminente no Brasil e por isso os alvos escolhidos foram os bancos.
Segundo os hackers, cada dia da semana foi dedicado a um banco, que permaneceu com o site instável por um período de 12 horas. Na segunda-feira o alvo foi o banco Itaú, na terça o Bradesco, quarta o Banco do Brasil e ontem o banco HSBC.
Para atingir o objetivo os hackers realizam ataques de negação de serviço (DDoS), quando sobrecarregam os servidores ao emitir simultâneos acessos a um mesmo website. Normalmente neste tipo de ataque não há roubo de dados, mas o serviço fica indisponível.
A INFO tentou acessar a página da CEF e do Citibank durante a manhã desta sexta-feira, porém entre as 11h e 11h30 o acesso se encontrava instável ou indisponível. Em contato com a assessoria de imprensa das instituições, a Caixa informou que não detectou indisponibilidade em seus servidores e que seu site não foi atacado. Já o Citibank confirmou a instabilidade em seu website.
"Na manhã desta sexta-feira, a página de internet do Citi sofreu uma interrupção temporária no serviço. Nossa equipe trabalhou imediatamente para resolver o problema, e as operações foram restauradas no prazo de uma hora. Continuamos a monitorar o sistema para garantir a continuidade dos serviços. Em nenhum momento houve qualquer tipo de problema com a integridade dos dados ou qualquer comprometimento de informações de contas do clientes. Pedimos desculpas por qualquer inconveniente", afirmou o comunicado oficial do Citibank.
De acordo com o Procon, os bancos são responsáveis pela segurança das informações. Caso haja algum problema, o cliente deve entrar em contato diretamente com sua agência. Os que tiverem dificuldades em acessar a página do internet banking, também podem contatar o serviço telefônico da instituição financeira ou utilizar os caixas automáticos.
Banco Central do Brasil
Na manhã desta sexta-feira, o site do Banco Central do Brasil (BCB) também ficou fora do ar durante cerca de 30 minutos, desde as 10h.
A ação também foi promovida pelo coletivo Anonymous, como parte da operação #OpWeeksPayment.
Segundo os hackers, o período de instabilidade do BCB foi escolhido por concentrar o pico de acesso à consulta da cotação do Dólar do dia. O site, no entanto, já voltou ao normal.
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